- Robinhood propõe regulação para ativos tokenizados nos EUA
- RWAs podem movimentar US$ 30 trilhões até 2030
- Tokenização ganha força com apoio de grandes instituições
A corretora Robinhood protocolou um documento de 42 páginas junto à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC), solicitando a criação de um padrão regulatório federal específico para ativos do mundo real tokenizados, também conhecidos como RWAs.
O material propõe que tokens baseados em ativos tradicionais, como ações e títulos, tenham o mesmo reconhecimento legal das suas versões convencionais. A proposta ainda defende a criação de regras uniformes para substituir as legislações estaduais descentralizadas que hoje regulam o setor de valores mobiliários.
Como parte da iniciativa, a Robinhood delineou os detalhes de uma plataforma chamada Real World Asset Exchange (RRE), que uniria negociações off-chain com liquidação on-chain. Essa combinação visa aumentar a velocidade das operações e garantir maior transparência no processo.
De acordo com o relatório, o sistema incorpora ferramentas de verificação de identidade e combate à lavagem de dinheiro das empresas Jumio e Chainalysis, assegurando conformidade com normas internacionais de KYC/AML.
“Esta proposta pode marcar a primeira vez que uma corretora regulamentada pelos EUA traçou um caminho viável para trazer trilhões de dólares em ativos para a cadeia, sem comprometer a integridade regulatória”, afirmou Mati Greenspan, fundadora da Quantum Economics. “Se a SEC aceitar isso, será um sinal para o mundo de que a tokenização tem um lugar legítimo na mesa financeira tradicional.”
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— Robinhood (@RobinhoodApp) May 16, 2025
O processo ainda aguarda resposta oficial da SEC. Especialistas apontam que a proposta pode influenciar futuras interpretações legais relacionadas à equivalência entre tokens e ativos físicos, com impactos diretos sobre tributação e jurisdição.














