- Strategy supera Goldman Sachs com lucro de US$ 10 bilhões
- Reserva de Bitcoin impulsiona desempenho financeiro recorde
- Ações STRC oferecem rendimento atrelado à valorização do BTC
A Strategy reportou um lucro líquido de US$ 10 bilhões no segundo trimestre de 2025, impulsionada por sua exposição ao Bitcoin. Esse resultado colocou a empresa à frente de gigantes do setor financeiro tradicional, como o Goldman Sachs, que obteve US$ 3,7 bilhões, e o Bank of America, com US$ 6,8 bilhões no mesmo período.
Q2 2025 Income
Strategy: $10.0 billion
Goldman Sachs: $3.7 billion https://t.co/ol7PaIMdeH— Matt Hougan (@Matt_Hougan) July 31, 2025
Segundo Juan Leon, estrategista sênior da Bitwise, este foi o trimestre mais lucrativo da história da empresa liderada por Michael Saylor. O desempenho foi diretamente relacionado ao aumento na valorização do Bitcoin, que elevou o estoque da empresa para 628.791 BTC, adquiridos por um valor total de US$ 46,07 bilhões.
5 Takeaways from $MSTR Q2 earnings 🧵👇
1. Record Operating Income, Net Income & EPS
Operating income– $14 billion operating income
– $10.0 billion net incomedrove
– $32.60 diluted EPSStrongest quarterly profitability in the company’s history
— Juan Leon (@singularity7x) July 31, 2025
Com ganhos não realizados de mais de US$ 13,2 bilhões até junho, a Strategy revisou suas metas internas. Agora, projeta alcançar 30% de retorno anual em BTC e US$ 20 bilhões em ganhos não realizados até o fim do ano.
Logo após divulgar os resultados, a empresa protocolou uma nova oferta de US$ 4,2 bilhões em ações STRC, um instrumento preferencial de curto prazo e alto rendimento. Essas ações oferecem pagamento mensal de dividendos com taxa anual inicial de 9%, liquidação preferencial de US$ 100 por ação e flexibilidade para ajustes conforme a oscilação do preço do Bitcoin ou indicadores de alavancagem.
Segundo Michael Saylor, o STRC reforça a atuação da Strategy no mercado de capitais, ao unir renda fixa com exposição ao desempenho do Bitcoin. A emissão será feita por meio de um programa de vendas em mercado (ATM), adaptando o volume conforme a liquidez e o preço das ações.
Os recursos captados serão direcionados à compra de mais BTC, custeio das operações da empresa e possível pagamento de dividendos sobre outras ações preferenciais. Com essa estratégia, a companhia aprofunda seu posicionamento como uma das maiores tesourarias corporativas em Bitcoin do mundo, ao mesmo tempo em que explora novas ferramentas de captação no mercado tradicional.












