- Lombard leva token LBTC de Bitcoin para Solana
- LBTC já supera US$ 8 bilhões em TVL
- Token permite staking líquido e integração DeFi multichain
A startup de finanças descentralizadas Lombard Finance anunciou a expansão do LBTC, seu token de staking líquido de Bitcoin, para a blockchain Solana. A iniciativa marca a chegada do que a empresa descreve como o “token com rendimento de crescimento mais rápido” no setor de criptomoedas a um dos ecossistemas de maior atividade em DeFi.
O LBTC é lastreado 1:1 por BTC e oferece rendimento estimado em 1% ao ano, além de permitir a participação em protocolos DeFi entre diferentes blockchains. Segundo a Lombard, o ativo será integrado desde o primeiro dia a aplicações relevantes do ecossistema Solana, como Jupiter, Drift, Kamino e Meteora.
“Essa integração introduz o primeiro ativo Bitcoin com rendimento em escala à Solana, trazendo o fornecimento circulante de US$ 1,5 bilhão da LBTC e o rendimento incorporado de ~1% denominado em BTC para um dos ecossistemas mais dinâmicos de criptomoedas”,
destacou a equipe em comunicado.
O processo é viabilizado pelo protocolo de comunicação cross-chain LayerZero e pelo sistema RedStone Oracles, compatível com cadeias EVM e não EVM, incluindo Ethereum, Polygon, Avalanche, TON e Manta Network. Para Jacob Phillips, cofundador da Lombard, a iniciativa abre novas perspectivas: “O Bitcoin é o ativo mais importante da nossa geração, e trazê-lo para a Solana abre novas e tremendas oportunidades. A LBTC demonstra o que é possível quando o Bitcoin ganha rendimento, componibilidade e acesso real ao mercado.”
De acordo com a DeFiLlama, o LBTC já ultrapassa US$ 8 bilhões em valor total bloqueado (TVL), depois de atingir US$ 1 bilhão em apenas 92 dias de existência. A plataforma da Lombard foi construída sobre a Babylon, projeto focado em staking de Bitcoin que também conta com o suporte da Binance.
Além do LBTC, a Lombard lançou neste mês o token BARD por meio de uma venda comunitária avaliada em US$ 450 milhões, arrecadando US$ 6,75 milhões para o fortalecimento do protocolo e da Liquid Bitcoin Foundation, entidade que supervisiona governança, parcerias e subsídios.
Fundada em 2024, a Lombard já havia levantado US$ 17 milhões em rodada de investimento inicial, com participação de fundos como Polychain Capital, Franklin Templeton, Bybit e YZi Labs.












