- futuros S&P 500 oscilam com tensão no Irã
- petróleo em alta impacta criptomoedas e inflação global
- Bitcoin sobe enquanto investidores monitoram o Federal Reserve
Os futuros das bolsas americanas iniciaram a semana sem direção única, refletindo a escalada das tensões no Oriente Médio e o impacto direto no preço do petróleo. O movimento mantém os investidores cautelosos e também influencia o mercado de criptomoedas.
Os dados mais recentes mostram um comportamento misto nos índices futuros. O S&P 500 registrava 7.202,25 pontos, com leve alta de 0,10%. Já o Dow Jones recuava 0,09%, aos 49.349,00 pontos. O Nasdaq avançava 0,29%, atingindo 27.515,75, enquanto o Russell 2000 subia 0,08%, para 2.798,40.
O índice de volatilidade VIX caía 3,11%, aos 18,71 pontos, indicando redução momentânea na percepção de risco. No mercado de commodities, o ouro recuava 0,13%, sendo negociado a 4.734,80. Enquanto isso, o Bitcoin apresentava alta de 2,39%, cotado a US$ 79.260,35, acompanhando o apetite seletivo por ativos alternativos.
Apesar da leve recuperação em alguns índices, o cenário segue pressionado pela situação no Irã e pelos efeitos do fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de transporte de petróleo.
Com isso, os preços do petróleo registraram forte valorização. O Brent avançou cerca de 2%, sendo negociado acima dos US$ 100 por barril, enquanto o West Texas Intermediate também subiu na mesma proporção, ultrapassando os US$ 96.
Esse ambiente acaba refletindo no setor de criptomoedas, especialmente no Bitcoin, que reage a movimentos macroeconômicos e mudanças na liquidez global. Investidores observam se o ativo manterá sua relação com ações de tecnologia ou se seguirá um movimento próprio diante das tensões geopolíticas.
Além do cenário externo, o mercado se prepara para a divulgação dos resultados das gigantes de tecnologia conhecidas como “Sete Magníficas”, fator que pode influenciar diretamente o desempenho das bolsas e das criptos.
Outro ponto de atenção é a próxima reunião do Federal Reserve (Fed) para definir a taxa de juros americana (FOMC) está agendada para os dias 28 e 29 de abril de 2026, em um momento em que a alta do petróleo pode pressionar indicadores de inflação e influenciar decisões sobre juros nos Estados Unidos.












