- UniCredit oferece produto atrelado ao ETF de Bitcoin
- Investimento com proteção de capital para clientes profissionais
- ETF da BlackRock supera US$ 73 bilhões em ativos
O banco europeu UniCredit vai lançar um novo produto de investimento estruturado vinculado ao ETF de Bitcoin à vista da BlackRock, destinado a seus clientes profissionais, segundo informações obtidas pela Bloomberg. A iniciativa reforça o avanço da integração entre o sistema bancário tradicional e o mercado de criptomoedas.
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— Crypto News Hunters 🎯 (@CryptoNewsHntrs) July 1, 2025
O instrumento financeiro será um certificado de investimento denominado em dólares, com prazo de cinco anos e 100% de proteção de capital no vencimento, conforme descrito em um memorando interno confirmado pelo próprio UniCredit. O produto foi desenhado para atender à crescente demanda de investidores institucionais europeus interessados em ganhar exposição ao Bitcoin por meio de canais regulados e familiares.
A referência direta do certificado será o fundo IBIT, o ETF de Bitcoin da BlackRock nos Estados Unidos, atualmente considerado o mais bem-sucedido entre os produtos financeiros lastreados em criptomoedas. O IBIT já acumula mais de US$ 73 bilhões em ativos sob gestão, consolidando-se como o principal veículo institucional para alocação em bitcoin no mercado global.
Além do fundo norte-americano, a BlackRock também lançou versões do ETF de Bitcoin à vista na Europa, com listagens nas bolsas Euronext Paris e Xetra, sob o código IB1T, e na Euronext Amsterdã, sob o código BTCN, ampliando a presença da gestora no continente.
A criação do produto estruturado pelo UniCredit sinaliza um movimento coordenado entre grandes instituições financeiras europeias para ampliar o acesso institucional ao Bitcoin com modelos de risco controlado, como a proteção de capital. Esse tipo de oferta permite que investidores profissionais se exponham a ativos digitais com maior previsibilidade e segurança, sem a necessidade de interagir diretamente com exchanges ou custodiar criptomoedas.
O lançamento do produto reflete uma mudança de postura no mercado europeu, que vem acompanhando os avanços regulatórios e o crescente apetite de investidores por soluções que combinem criptoativos e infraestrutura financeira tradicional. O movimento pode abrir caminho para que outros bancos sigam oferecendo instrumentos similares vinculados a ETFs de criptomoedas.












