- S&P 500 hoje opera em baixa com inflação pressionando
- Bitcoin cai enquanto Nasdaq amplia perdas nos EUA
- Petróleo sobe e aumenta cautela nos mercados globais
Sexta-feira, 15 de maio de 2026 – O Mercado de Ações dos EUA Hoje operam em queda, pressionadas pela alta dos rendimentos dos títulos públicos e pelo aumento das preocupações com a inflação. O movimento também pesa sobre o mercado de criptomoedas, com o Bitcoin registrando perdas durante o pregão americano.
O S&P 500 recuava 0,90%, aos 7.433,74 pontos, enquanto o Dow Jones caía 0,81%, negociado aos 49.658,31 pontos. Já o Nasdaq registrava baixa de 1,30%, aos 26.290,19 pontos, puxado principalmente pelas ações de tecnologia.
O índice Russell 2000, focado em empresas de menor capitalização, operava em queda de 1,91%, aos 2.808,55 pontos. O VIX, conhecido como índice do medo, subia 7,98%, chegando aos 18,64 pontos, indicando maior cautela entre investidores.
No mercado de criptomoedas, o Bitcoin caía 2,32%, negociado a US$ 79.076,62. A pressão acompanha o movimento global de redução de exposição a ativos de maior risco diante das preocupações com inflação e juros elevados.
Os contratos futuros do petróleo bruto avançavam 2,62%, com o barril sendo negociado próximo de US$ 99,46. A alta da commodity reforçou os receios de pressão inflacionária adicional nos Estados Unidos e em outras grandes economias.
Investidores também seguem atentos aos desdobramentos diplomáticos após a reunião entre o atual presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês Xi Jinping em Pequim.
Apesar de novos acordos comerciais envolvendo empresas como Boeing e NVIDIA, o mercado mantém atenção sobre questões ligadas ao Irã e Taiwan, além dos impactos da alta do petróleo na inflação global.
As ações da NVIDIA também pressionavam o Nasdaq, com queda próxima de 3% durante a sessão. O setor de tecnologia liderava as perdas em Wall Street ao longo da manhã.
Enquanto isso, o ouro operava em baixa de 2,73%, cotado a US$ 4.557,50, em um dia marcado pela busca de investidores por reposicionamento diante do avanço dos rendimentos dos Treasuries americanos.












