- Bitcoin mantém suporte acima de US$ 82 mil
- Criptomoedas sobem com leve recuperação no mercado
- JPMorgan prevê turbulência econômica e amplia reservas
Na sexta-feira, 11 de abril de 2025, o Bitcoin permaneceu firme acima dos US$ 82.200 mil, com leve valorização de 0,5%, cotado a aproximadamente R$ 478.046,02 e €72.223,08. A criptomoeda conseguiu se recuperar após ter recuado brevemente para a faixa dos US$ 78.500, retomando o fôlego acima da barreira dos US$ 80 mil.
No mercado global de criptomoedas, o valor total atingiu R$ 15,13 trilhões, representando um pequeno avanço de 0,34% em relação ao dia anterior. Esse movimento reflete um otimismo moderado, mesmo diante de um ambiente macroeconômico desafiador.
Outros ativos digitais também registraram movimentos positivos. O Ethereum (ETH) era negociado a US$ 1.558,23, enquanto o XRP se manteve acima de US$ 2,01 com alta de 1%. Já a Solana (SOL) avançava 3%, cotada em US$ 118,22. Dogecoin (DOGE) se aproximava de US$ 0,15. Por outro lado, Tron (TRX) e Cardano (ADA) não apresentaram ganhos expressivos no dia.
Neste artigo, vamos discutir:
Mercado de ações hoje: Dow, S&P 500 e Nasdaq em Alta
No cenário tradicional, os índices de ações dos EUA também operavam em alta. Os futuros do S&P 500 subiram 0,4%, enquanto o Nasdaq teve ganho de 0,5%. O Dow Jones avançou 0,3%, refletindo a tentativa do mercado de absorver o impacto das novas tarifas comerciais anunciadas pela China.
Pequim confirmou o aumento das tarifas sobre produtos americanos para 125%, em resposta às medidas anteriores impostas pelos Estados Unidos, mas sinalizou que não pretende escalar ainda mais o conflito tarifário.
CEO do JPMorgan Chase, alerta para economia turbulência considerável
Enquanto isso, Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, alertou que a economia está enfrentando “turbulência considerável”. Apesar do banco ter reportado lucro de US$ 14,64 bilhões no primeiro trimestre — um aumento de 9% —, foi necessário reservar 75% a mais em provisões para perdas com empréstimos. O executivo destacou que os clientes estão mais cautelosos diante da volatilidade dos mercados, impulsionada por tensões geopolíticas e comerciais.
Mesmo com o cenário desafiador, o banco registrou o maior desempenho em receita de negociação desde o início da pandemia, impulsionado pelas operações em ações, renda fixa, moedas e commodities. Dimon também destacou os riscos fiscais, a inflação persistente e a instabilidade regulatória, equilibrados por fatores positivos como desregulamentações e reformas tributárias.












