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Milícias Brasileiras Adotam Criptomoedas em Operações, Mas Representam Minoria

Tomada Rápida

Milícias no Rio de Janeiro adotam criptomoedas para lavagem de dinheiro.

Hacker
Foto de Tima Miroshnichenko: pexels
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No Brasil, as milícias do Rio de Janeiro estão cada vez mais adotando criptomoedas como um método para lavagem de dinheiro oriundo de atividades criminosas, segundo informações da Polícia Civil do estado. Este movimento representa um esforço para modernizar as operações financeiras do crime organizado, utilizando a tecnologia digital para substituir métodos tradicionais de movimentação de recursos ilícitos.

A Polícia Civil relatou ao jornal Folha de S. Paulo que as milícias começaram a ver as criptomoedas como uma alternativa às remessas ilegais de dólar, adotando um sistema apelidado de “cripto-cabo”. Este termo é uma referência ao “dólar cabo”, uma técnica de transferência de dinheiro que evita o envolvimento governamental, e frequentemente realizada por doleiros. As criptomoedas oferecem ainda mais discrição neste processo, pois permitem transações transfronteiriças com apenas um telefone e acesso à internet.

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Apesar desse uso crescente por parte das milícias, estima-se que menos de 1% de todas as transações de criptomoedas no mundo sejam derivadas de atividades criminosas. Esse dado sugere que, embora o uso ilícito de criptomoedas esteja presente, ele constitui uma fração mínima do volume total de transações no mercado cripto.

Transações ilícitas representam menos de 1% do volume total cripto

Um caso destacado pela reportagem envolve Cléber Oliveira da Silva, acusado de movimentar R$ 93 milhões em lavagem de dinheiro para Luís Antônio da Silva Braga, conhecido como Zinho e considerado um dos maiores milicianos do Rio de Janeiro. A defesa de Zinho negou seu envolvimento com o dinheiro, enquanto a defesa de Oliveira da Silva preferiu não comentar.

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Outro exemplo citado é o de Danilo Dias Lima, apelidado de Tandera, rival de Zinho. Conforme o Ministério Público, Tandera operava por meio de um intermediário, Marcelo Morais dos Santos, que abriu empresas para gerir fundos provenientes de extorsões. Entre setembro de 2022 e março de 2023, realizaram remessas de R$ 168 milhões em bitcoins.

Esses casos ilustram o papel crescente das criptomoedas nas operações financeiras de grupos criminosos, destacando a necessidade de vigilância e regulamentação mais robusta neste setor. Ainda assim, é importante ressaltar que a maior parte das transações cripto no mundo permanece alheia a atividades ilícitas. Isso reflete a adoção generalizada de criptomoedas para fins legítimos.

Isenção de responsabilidade: As visões e opiniões expressas pelo autor, ou qualquer pessoa mencionada neste artigo, são apenas para fins informativos e não constituem aconselhamento financeiro, de investimento ou outros. Investir ou negociar criptomoedas traz um risco de perda financeira.
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