- JPMorgan aceita Bitcoin como garantia de empréstimo global
- ETFs de criptomoedas ganham espaço nos serviços bancários
- Empréstimos com criptoativos avançam na gestão patrimonial
O JPMorgan Chase, maior banco dos Estados Unidos em ativos, está prestes a iniciar a aceitação de Bitcoin e ETFs de criptomoedas como garantia para empréstimos. A medida será aplicada aos clientes de gestão de patrimônio em todo o mundo, marcando uma mudança significativa na forma como a instituição integra ativos digitais aos seus serviços financeiros tradicionais.
🔔 JPMorgan pourrait bientôt accepter des #ETF #crypto comme collatéral – notamment les ETF #Bitcoin Spot de #BlackRock.
💡 Concrètement, cela signifie que des ETF adossés à du Bitcoin physique (et potentiellement à d’autres cryptomonnaies) pourraient être utilisés comme… pic.twitter.com/Oa13Z8ofgx
— BambooFin (@bamboofin_io) June 4, 2025
Segundo fontes citadas pela Bloomberg, o banco começará permitindo o uso de ETFs de criptomoedas, com destaque para o iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, que já acumula mais de US$ 70 bilhões em ativos sob gestão. A expectativa é que essa nova política seja implementada nas próximas semanas, abrangendo desde investidores de varejo até clientes de alto patrimônio líquido.
Historicamente, o JPMorgan analisava garantias baseadas em ETFs de criptomoedas caso a caso. Com a mudança, o banco passará a tratá-las da mesma forma que ativos tradicionais, como ações, veículos e obras de arte, ao calcular o potencial de endividamento dos clientes. A novidade também representa um avanço no reconhecimento institucional dos criptoativos como parte integrante das estratégias de alocação de capital.
Jamie Dimon, CEO do JPMorgan, declarou recentemente que o banco “em breve permitirá que os clientes comprem Bitcoin”, embora ainda não ofereça serviços de custódia. Apesar de seu conhecido ceticismo em relação às criptomoedas, a postura do executivo parece não impedir a ampliação dos serviços voltados para esse mercado.
As mudanças previstas também envolvem a consideração de ativos em criptomoedas nas análises de patrimônio líquido dos clientes, tornando a gestão patrimonial do banco mais compatível com a nova realidade de investidores que diversificam suas carteiras com ativos digitais.
A decisão do JPMorgan sinaliza uma abertura maior de instituições financeiras tradicionais ao ecossistema das criptomoedas, reconhecendo seu papel crescente como instrumentos financeiros legítimos. Ao incorporar ETFs de Bitcoin em seus processos de crédito, o banco estabelece um precedente relevante para outros players do setor financeiro.












