- Futuros do S&P 500 hoje sobem 0,2%
- Mercados aguardam PCE e ata do Fed
- Ouro próximo de US$ 5.000 após inflação
Os contratos vinculados ao S&P 500 avançaram 0,2%, enquanto os futuros do Dow Jones também subiram cerca de 0,2%. Já o Nasdaq 100 permaneceu praticamente estável nas negociações eletrônicas.
A semana começa encurtada depois do fechamento dos mercados nos Estados Unidos devido ao Dia dos Presidentes. Na semana passada, o S&P 500 e o Dow Jones acumularam quedas superiores a 1%. O Nasdaq Composite recuou mais de 2%, registrando a quinta semana seguida de perdas, a sequência mais longa desde 2022.
Parte da pressão recente vem das incertezas sobre os impactos da inteligência artificial em diferentes setores, além de dúvidas sobre o ritmo de crescimento econômico. Mesmo com a divulgação de inflação abaixo do esperado em janeiro, os investidores seguem cautelosos diante das próximas decisões de política monetária.
O mercado agora volta suas atenções para o índice de Despesas de Consumo Pessoal (PCE), que será divulgado na sexta-feira. O indicador é uma das principais referências de inflação para o Federal Reserve. Antes disso, a ata da última reunião do banco central será conhecida na quarta-feira, podendo oferecer novos sinais sobre juros em 2026.
No mercado de commodities, o ouro se mantém em torno da marca de US$ 5.000 por onça, após recuar em relação ao recorde histórico recente. O contrato GC=F apresentou pouca variação no início do pregão, em meio ao fechamento de grande parte da Ásia por conta do Ano Novo Lunar e após o feriado nos EUA.
O metal estava próximo de US$ 5.000 a onça depois de cair cerca de 1% na sessão anterior. Na sexta-feira, o ouro chegou a se valorizar com a divulgação de dados mais moderados de inflação nos Estados Unidos, o que reforçou expectativas de possíveis cortes de juros pelo Federal Reserve. Custos de empréstimo mais baixos tendem a favorecer metais preciosos que não oferecem rendimento.
No mercado de criptomoedas, o Bitcoin hoje é negociado a US$ 68.665,30, com alta de 0,5% nas últimas 24 horas. O ativo acompanha a leve melhora no apetite por risco global, enquanto investidores monitoram tanto os indicadores econômicos quanto os movimentos nos mercados tradicionais, incluindo ouro e ações.












