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- ETF de Bitcoin registra saída recorde de capital
- BlackRock enfrenta pressão com queda do Bitcoin
- Saídas de ETFs somam mais de US$ 600 milhões
O iShares Bitcoin Trust (IBIT), fundo negociado em bolsa da BlackRock, enfrentou sua maior saída líquida diária desde o lançamento, com mais de US$ 430 milhões retirados dos mercados na última sexta-feira. O movimento interrompeu uma sequência de entradas positivas que havia começado em abril, sinalizando um recuo significativo dos investidores institucionais.
Cel mai mare outflow de la $IBIT, ETF-ul SPOT $BTC iShares de la BlackRock. pic.twitter.com/faRmZzwDVn
— OTcrypto (@OT_Crypto) May 31, 2025
O volume expressivo de saques coincidiu com uma queda acentuada no preço do Bitcoin, que recuou de uma máxima semanal de US$ 110.000 para cerca de US$ 103.000 no sábado, refletindo uma pressão de venda generalizada sobre o principal criptoativo do mercado. No momento da apuração, o Bitcoin era negociado a aproximadamente US$ 103.700, conforme dados do TradingView.
Apesar da saída pontual, o IBIT permanece como o principal ETF de Bitcoin em escala global. Desde sua estreia, o fundo já captou cerca de US$ 48 bilhões, com ativos sob gestão que se aproximam de US$ 70 bilhões. Ainda assim, o impacto dessa movimentação diária gerou atenção entre analistas, especialmente considerando o contexto mais amplo de saída de capital de outros fundos semelhantes.
Além da BlackRock, outros ETFs de Bitcoin à vista listados nos Estados Unidos também registraram perdas relevantes. O FBTC, da Fidelity, sofreu saídas de aproximadamente US$ 14 milhões, enquanto o GBTC, da Grayscale, teve uma retirada de cerca de US$ 16 milhões. O BITB, da Bitwise, perdeu US$ 35 milhões, e o ARKB, da Ark Invest, liderou entre os concorrentes com um recuo de US$ 120 milhões.
No total, os ETFs de Bitcoin dos EUA somaram US$ 616 milhões em saídas líquidas na sexta-feira, prolongando a tendência de retirada já observada no dia anterior, quando o montante atingiu US$ 346 milhões. Esses dados reforçam a correlação entre os fluxos institucionais e a volatilidade do mercado de criptomoedas.













