- Previsão de aprovação dos ETFs de Solana em 2025
- Disputa entre VanEck, Fidelity e outras pelo ETF SOL
- SEC analisa inclusão de staking nos ETFs de Solana
A expectativa em torno da aprovação dos ETFs de Solana nos Estados Unidos segue alta, com previsão para o final de julho ou início de agosto de 2025. Caso a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) decida utilizar todo o prazo de análise, o resultado pode ser adiado até outubro.
O mercado acompanha de perto os movimentos das oito empresas que já protocolaram pedidos formais para lançar ETFs de Solana. São elas: VanEck, 21Shares, Canary Capital, Bitwise, Grayscale, Franklin Templeton, Fidelity e CoinShares.
A VanEck foi a primeira a entrar com o pedido há cerca de um ano. A gestora defende a adoção do critério de “first-to-file”, no qual a SEC aprovaria os ETFs pela ordem de entrada dos documentos. Atualmente, a empresa já utiliza a plataforma Kiln para operações de staking de Solana em seu ETP europeu.
Logo depois, a 21Shares apresentou sua solicitação. A gestora também apoia a abordagem de prioridade por ordem de envio e, na Europa, tem a Coinbase como fornecedora de serviços de staking para Solana.
A Canary Capital, conhecida por apostar em ETFs de altcoins como SUI, SEI, INJ e XRP, apresentou seu pedido poucos dias antes das eleições presidenciais americanas. Já a Bitwise, por sua vez, reforçou o interesse em Solana com o lançamento de um ETP de staking em dezembro passado, em parceria com a Marinade.
A Grayscale busca converter o atual Solana Trust (GSOL) em um ETF à vista, seguindo a mesma estratégia que utilizou anteriormente com os fundos de Bitcoin e Ethereum. O GSOL, inclusive, vem sendo negociado com prêmio em relação ao valor líquido dos ativos.
A Franklin Templeton, com um histórico de ETFs de Bitcoin e Ethereum, também apresentou sua proposta. A gestora já possui exposição a Solana em outras iniciativas institucionais. Fidelity, com forte presença no mercado de investimentos e aposentadorias, figura como uma das favoritas para atrair fluxo de capital caso o ETF seja aprovado.
Por fim, a CoinShares, conhecida por seus produtos voltados para criptomoedas na Europa, entrou recentemente na disputa, apresentando seu pedido no mesmo período em que outras gestoras protocolaram atualizações exigidas pela SEC, especialmente no que diz respeito ao tema de staking.












