- Chainlink subvalorizada segundo especialistas do mercado
- Parceria ICE reforça adoção institucional do LINK
- Reserva Chainlink garante acumulação programática de tokens
O token LINK da Chainlink registrou uma forte valorização no último domingo, alcançando US$ 26,05 após uma alta de 18%, de acordo com dados publicados pela CoinDesk. O desempenho colocou a criptomoeda entre as 50 maiores em termos de ganho percentual, chamando a atenção de traders e analistas que destacaram tanto o momento técnico quanto os recentes catalisadores fundamentais que impulsionaram o ativo.
O analista conhecido como Altcoin Sherpa afirmou que a LINK é “uma das melhores moedas do momento”, apontando para a possibilidade de o preço chegar a US$ 30. Ele destacou, no entanto, que esse patamar pode representar uma barreira psicológica, onde parte dos investidores tende a realizar lucros.
Já Zach Humphries avaliou que o token segue “muito subvalorizado” em comparação ao papel que desempenha no ecossistema cripto. Segundo ele, o Chainlink funciona como infraestrutura essencial para as finanças descentralizadas, fornecendo oráculos de preços e serviços de interoperabilidade entre blockchains, fatores que o tornam mais do que apenas um ativo especulativo.
Outro ponto citado foi a análise da Milk Road, que observou um aumento de 66% no volume de negociação em apenas 24 horas. De acordo com a publicação e informações levantadas pela CoinDesk, a quebra da resistência de US$ 24,50 foi decisiva para aumentar a confiança dos investidores. Entre os principais impulsionadores desse movimento estão a criação da Chainlink Reserve e a parceria estratégica com a Intercontinental Exchange (ICE).
A Chainlink Reserve, lançada em 7 de agosto, funciona como um tesouro de contratos inteligentes destinado a acumular LINK de forma contínua. A iniciativa converte receitas do projeto em tokens LINK e os mantém bloqueados por vários anos, utilizando mecanismos como Abstração de Pagamento e automação on-chain. Atualmente, a reserva já conta com mais de US$ 2,8 milhões em tokens acumulados, com custo médio de US$ 19,65 por unidade.
No dia 11 de agosto, a Chainlink anunciou a colaboração com a ICE, operadora da Bolsa de Valores de Nova York. A integração permite que dados financeiros globais, incluindo taxas de câmbio e metais preciosos, sejam disponibilizados diretamente nos fluxos da Chainlink. Para especialistas, essa parceria representa um passo importante para aproximar instituições financeiras tradicionais do uso de aplicações baseadas em blockchain.
Conforme ressaltado pela CoinDesk, analistas consideram que a criptomoeda Chainlink combina fundamentos sólidos com perspectivas técnicas positivas, reforçando a visão de que o ativo permanece subvalorizado em relação ao seu potencial.













