- País quer atrair capital institucional para criptomoedas
- Novas regras podem beneficiar Bitcoin e Ethereum
- Plano inclui ecossistema regulado de ativos digitais
O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, apresentou um conjunto de reformas regulatórias com foco no fortalecimento do mercado interno de criptomoedas. A iniciativa busca criar um ecossistema nacional de ativos digitais que incentive a inovação, aumente a participação de investidores institucionais e ofereça maior segurança jurídica para empresas do setor.
O projeto conta com o apoio de parlamentares que trabalham na formulação de leis específicas para regulamentar ativos digitais. Com regras mais claras, a meta do governo é posicionar a Coreia do Sul como um ponto estratégico para negócios relacionados a criptomoedas. “Nosso governo está comprometido em estabelecer um ecossistema nacional de ativos digitais que promoverá a inovação e apoiará o crescimento do mercado de criptomoedas”, afirmou Lee Jae-myung.
A sinalização de mudanças regulatórias já desperta o interesse de grandes investidores e empresas de tecnologia. Desenvolvedores e startups enxergam nas novas regras a oportunidade para expandir projetos e atrair recursos para o país. Pesquisas apontam que a clareza regulatória tende a ampliar a estabilidade de mercado e incentivar avanços tecnológicos. Experiências anteriores na própria Coreia do Sul mostram que ajustes bem estruturados resultaram em aumento no número de corretoras licenciadas e crescimento no volume de negociações.
Além disso, analistas destacam que o movimento pode reforçar a competitividade do país frente a economias que já investem na criação de ambientes regulatórios favoráveis para criptomoedas como Bitcoin e Ethereum.
No dia 15 de agosto de 2025, o Bitcoin (BTC) era cotado a US$ 118.480,72, com valor de mercado estimado em US$ 2,36 trilhões e dominância de 58,81%. O volume negociado em 24 horas foi de US$ 100,18 bilhões, registrando queda de 4,13% no período.
Com esse conjunto de medidas, o governo sul-coreano busca não apenas fomentar um mercado interno mais seguro e transparente, mas também posicionar o país como um destino atraente para empresas e investidores do setor cripto no cenário global.














