- tokenização de ativos com Chainlink em escala institucional
- projeto de cobre tokenizado avaliado em US$ 11 bilhões
- infraestrutura blockchain com compliance e liquidação cross-chain
A Bridgetower, empresa voltada à infraestrutura de blockchain e inteligência artificial, firmou uma parceria estratégica com a Chainlink para tokenizar o projeto de cobre e ouro DOM X Arizona, estimado em US$ 11 bilhões. A iniciativa coloca um ativo de recursos naturais dentro de um modelo operacional baseado em blockchain voltado ao mercado institucional.
“A implementação ao vivo de hoje representa um grande passo em frente na forma como os mercados de ativos tokenizados atingem a escala institucional”, disse Cory Pugh, CEO da Bridgetower, em comunicado. “Ao integrar o CRE nativamente à Plataforma de Tokenização da Bridgetower, a Bridgetower ultrapassou as fases iniciais de integração e agora oferece infraestrutura de produção em funcionamento, dando suporte a um ativo de recursos naturais de US$ 11 bilhões.”
Com a colaboração, a Bridgetower amplia sua plataforma ao incorporar ferramentas que cobrem todas as etapas do processo de tokenização. Entre elas estão a validação de reservas, mecanismos de conformidade e liquidação entre diferentes redes blockchain.
A solução utiliza o protocolo de interoperabilidade CCIP da Chainlink para permitir comunicação entre blockchains. Já o sistema de Prova de Reserva garante transparência na verificação dos ativos, enquanto o NAVLink é responsável pela avaliação de ativos líquidos diretamente na rede.
Bridgetower's Tokenization Platform is leveraging Chainlink's core infrastructure to power an $11B live tokenized securities offering in DOM X — part of a $25B+ pipeline across natural resources, energy, and metals projects.
Full release ↓ https://t.co/e1XjIISCQG pic.twitter.com/un1doCMKHb
— Bridgetower (@BridgeTowerCap) April 23, 2026
A estrutura foi desenvolvida para atender demandas institucionais, com capacidade de emissão e distribuição de tokens em larga escala. Nesse contexto, o Chainlink Runtime Environment (CRE) atua como elemento central, coordenando dados, atualizações de valor, conformidade e liquidação.
De acordo com a Chainlink, investidores podem acessar o projeto utilizando tanto meios de pagamento tradicionais quanto digitais. A operação é intermediada pela Iron, empresa ligada à MoonPay, que integra processos de verificação de identidade e políticas de prevenção à lavagem de dinheiro.
A Bridgetower já fazia parte do grupo inicial de empresas que adotaram o ambiente de execução da Chainlink em 2025. Desde então, a companhia evoluiu sua infraestrutura até alcançar uma operação completa para ativos tokenizados voltados ao mercado institucional.
Para Johann Eid, Diretor de Negócios da Chainlink Labs, o avanço sinaliza uma mudança no posicionamento das grandes instituições financeiras. “Todas as maiores instituições financeiras do mundo estão de olho na tokenização neste momento e buscam evidências de produção para impulsionar ativos em escala institucional. É assim que se parece quando os ativos tokenizados se tornam infraestrutura institucional essencial”, afirmou.
Além disso, as empresas também desenvolvem fluxos operacionais com foco em privacidade para emissões institucionais, garantindo que dados de investidores permaneçam protegidos, enquanto os requisitos de conformidade continuam sendo verificados na blockchain.














