- Bitcoin hoje cai após impasse EUA-Irã
- Criptomoedas recuam com fim do cessar-fogo
- Altcoins acompanham queda do mercado cripto
O Bitcoin hoje opera em queda após perder força no início da manhã, com o ativo sendo pressionado pelo fracasso nas negociações de paz entre Estados Unidos e Irã. O movimento interrompe uma sequência de alta iniciada dias antes, quando o mercado reagiu positivamente ao anúncio de um cessar-fogo temporário entre os dois países.
A principal criptomoeda chegou a subir de forma consistente ao longo da semana, impulsionada por expectativas de redução de tensões geopolíticas. O preço saiu da faixa de US$ 67.000 e avançou até perto de US$ 74.000, refletindo o otimismo dos investidores diante da possibilidade de um acordo mais duradouro.
No entanto, o cenário mudou rapidamente. Após declarações indicando que não houve consenso entre as partes para um acordo permanente, o Bitcoin registrou uma queda brusca de aproximadamente US$ 2 mil em poucos minutos. Com isso, o ativo recuou para a região de US$ 71.500, acumulando uma desvalorização diária de cerca de 1,5%.
Mesmo com a queda, a capitalização de mercado do Bitcoin permanece acima de US$ 1,4 trilhão, enquanto sua dominância segue superior a 57%, indicando que o ativo continua liderando o mercado frente às demais criptomoedas.
O impacto também foi sentido nas altcoins. O Ethereum apresentou leve recuo, mas conseguiu se manter acima do nível de US$ 2.200. Já outras criptos como XRP, BNB e Solana registraram perdas mais consistentes, refletindo a pressão generalizada no mercado. Tokens como ADA, BCH e HYPE tiveram quedas ainda mais acentuadas ao longo do dia.
Apesar do movimento negativo predominante, alguns ativos destoaram. O token da RaveDAO chamou atenção ao registrar forte valorização diária, acumulando ganhos expressivos na semana e avançando posições no ranking de capitalização.
No consolidado, o valor total do mercado de criptomoedas sofreu retração superior a US$ 30 bilhões, evidenciando a sensibilidade dos preços a eventos macroeconômicos e geopolíticos recentes.














