- Base MCP conecta ChatGPT a carteiras blockchain
- IA realiza swaps e transferências em criptomoedas
- Base expande automação onchain com agentes de IA
A Base anunciou o lançamento do Base MCP, uma ferramenta criada para conectar contas da rede Base a agentes de inteligência artificial. A novidade permite que usuários executem ações onchain diretamente por meio de conversas em plataformas como OpenAI ChatGPT, Claude e Cursor.
Segundo a empresa, o sistema foi desenvolvido para permitir comandos relacionados a criptomoedas sem exigir que o usuário acesse manualmente aplicativos descentralizados. Entre as funções disponíveis estão envio de fundos, troca de tokens, consulta de saldos, análise de histórico de transações e interação com aplicativos do ecossistema Base.
A compatibilidade do Base MCP inclui ambientes de IA que utilizam o padrão MCP, como Claude Web, Claude Desktop, Claude Code, ChatGPT, Codex e Cursor. A proposta é integrar operações blockchain a fluxos conversacionais usados por desenvolvedores e usuários comuns.
Introducing Base MCP
Your agent's new gateway to Base
→ Connect an agent to your Base Account
→ Enable it to swap, trade, and manage your portfolio
→ Use plugins from leading apps on BaseThe next stage of the agentic onchain economy pic.twitter.com/w8Jbj3JuoL
— Base (@base) May 26, 2026
O lançamento inicial inclui plugins conectados a plataformas como Uniswap, Morpho, Moonwell, Aerodrome, Bankr, Avantis e Virtuals. Com isso, agentes de IA conseguem acessar mercados de empréstimos, swaps, pools de liquidez, contratos perpétuos e lançamentos de tokens dentro da rede Base.
A empresa destacou que todas as operações dependem de autorização manual do usuário. Quando um agente prepara uma transação, um link é enviado para abrir a conta Base em uma nova janela. Nessa etapa, o usuário pode visualizar uma simulação das alterações nos ativos antes de aprovar ou cancelar a movimentação.
De acordo com a Base, o servidor MCP não armazena nem acessa chaves privadas. O sistema trabalha apenas com solicitações pendentes, que são recuperadas posteriormente pela conta do usuário para revisão e assinatura final.
Nos bastidores, a ferramenta utiliza autenticação OAuth 2.1 e um sistema de solicitações armazenadas que já havia sido empregado nos fluxos de checkout do Base Pay. O recurso converte requisições JSON RPC de carteiras em links de aprovação enviados à fila de solicitações da conta Base.
A Base informou ainda que pretende adicionar novos plugins, aprimorar os fluxos de prompts e ampliar o suporte para usuários que interagem com aplicativos blockchain por meio de interfaces de inteligência artificial.














