- Blockchain de camada 1 da Aster chega no Q1 2026
- Token ASTER ganha staking, governança e novas utilidades
- DeFi com order book on-chain e privacidade zero-knowledge
A Aster apresentou um roteiro robusto para o primeiro semestre de 2026 que muda o escopo do projeto: de um DEX de derivativos multi-chain para um ecossistema DeFi completo, com infraestrutura própria e foco em alto desempenho para traders exigentes.
O plano tem como protagonista a Aster Chain, uma blockchain de camada 1 desenhada para sustentar negociações em grande volume, ampliar a utilidade do token e dar base a aplicações nativas. A rede virá acompanhada do Aster Code, um kit de desenvolvimento pensado para permitir que equipes lancem dApps diretamente no novo ambiente.
🗺️ 2026 H1 Roadmap Reveal: What's Next for Aster
2025 was about proving Aster can ship: we merged Astherus & ApolloX, launched multi-asset margin, released our mobile app, completed TGE, listed on major CEXs, and introduced features like Hedge Mode, Trade & Earn, and our buyback… pic.twitter.com/It8ZAigvKc
— Aster (@Aster_DEX) December 4, 2025
O lançamento público da Aster Chain está previsto para o primeiro trimestre de 2026, após uma fase de testes internos agendada para o fim de 2025. Essa janela permitirá calibrar throughput, latência e confiabilidade antes da abertura do mainnet. Em paralelo, a Aster integrará rampas fiat por meio de parceiros, possibilitando entrada e saída de moeda tradicional sem sair do ecossistema da DEX.
Um dos pilares do desenho da camada 1 é a acessibilidade institucional. A arquitetura prevê recursos de privacidade com opções de zero-knowledge e um order book on-chain para entregar execução mais próxima à de bolsas centralizadas, sem abrir mão da custódia própria. Ao combinar descentralização com execução de “nível institucional”, a Aster busca se apresentar como destino confiável para mesas e gestores.
No segundo trimestre de 2026, a equipe planeja ampliar a utilidade do token ASTER com staking e mecanismos de governança, dando aos detentores participação ativa nas decisões da rede. A expansão inclui ferramentas sociais e de “smart money”, permitindo acompanhar traders de melhor desempenho e visualizar operações em tempo real, o que pode ajudar usuários menos experientes a entender comportamento de mercado e estratégias.
A decisão de construir uma camada 1 própria indica uma estratégia de longo prazo: reduzir gargalos de escalabilidade e custos de redes generalistas, oferecer taxas próximas de zero e modelar a segurança às necessidades de perpétuos. Com a otimização voltada a compatibilidade institucional e performance, a Aster se posiciona para disputar espaço tanto com DEXs quanto com plataformas centralizadas.
À medida que 2026 se aproxima, o projeto se reorganiza para sair da condição de plataforma de derivativos e atuar como provedor de infraestrutura DeFi, com rede própria, ferramentas para desenvolvedores e desenho pensado para negociações de alta demanda em criptomoedas.
Queima de ASTER: execução do buyback S3
A Aster confirmou a conclusão do programa de recompra S3 e a execução da queima de parte dos tokens adquiridos. No comunicado oficial, a equipe informou a recompra de 155.720.656 ASTER, com queima efetiva de 77.860.328 ASTER e destinação do restante às alocações de airdrop, conforme previamente anunciado. A execução ocorreu em 5 de dezembro de 2025, 00:00 UTC, reforçando a política de gestão de oferta do ativo.
[Important Notice] Buyback Token Burn Executed 🔥
Following the completion of our S3 buyback program (155,720,656 $ASTER tokens), we have executed the token burn and airdrop allocation as committed.
Execution Details (December 5, 2025, 00:00 UTC):
🔥 77,860,328 $ASTER tokens… pic.twitter.com/OHkLzEag24
— Aster (@Aster_DEX) December 5, 2025
A iniciativa tende a reduzir a oferta circulante e a aumentar a previsibilidade do fluxo de emissão do ASTER, alinhando-se ao roteiro da Aster Chain e às novas utilidades do token (staking e governança). Para acompanhamento técnico, métricas como supply em circulação, taxa de queima e participação no staking tornam-se referenciais para avaliar impactos no ecossistema ao longo de 2026.














