- Bitcoin rompe US$ 90 mil Hoje e pressiona o mercado
- ICP, HYPE e ASTER têm altas acima da média
- Queda global supera US$ 150 bilhões no total
O mercado de criptomoedas passou por mais uma rodada de forte correção, marcada pela queda acentuada do Bitcoin (BTC), que registrou sua mínima de sete meses ao recuar para abaixo de US$ 90 mil na noite de segunda-feira. A pressão vendedora, que já se acumulava há dias, ampliou o pessimismo entre traders e reduziu o valor total de mercado em mais de US$ 150 bilhões.
O BTC iniciou novembro por volta de US$ 111 mil, mas rapidamente perdeu força durante a primeira semana, escorregando para menos de US$ 100 mil. Houve uma recuperação acima de US$ 107 mil na última terça-feira, embora sem sustentação. Desde então, o movimento foi de queda contínua.
Entre quinta e sexta-feira, o Bitcoin voltou a tocar níveis abaixo de US$ 100 mil, chegando a US$ 94 mil. O fim de semana trouxe leve estabilidade, com o ativo oscilando entre US$ 94 mil e US$ 96 mil. No entanto, um novo movimento de correção ganhou força no domingo e se intensificou na segunda-feira, levando o BTC ao menor valor desde abril.
Mesmo com uma leve recuperação para a faixa dos US$ 91 mil, a capitalização de mercado do Bitcoin agora se encontra pouco acima de US$ 1,8 trilhão, enquanto seu domínio recuou para menos de 57%, refletindo o desempenho distinto de algumas altcoins.
As principais criptomoedas do mercado seguiram o movimento negativo. Ethereum (ETH) voltou a operar abaixo de US$ 3.000, acumulando perda diária próxima de 5%. XRP caiu 4,5% e o Zcash (ZEC) registrou queda superior a 10%. ADA, BNB, SOL, DOGE, LINK, XLM, AVAX e HBAR também operam em baixa relevante.
Mesmo nesse ambiente de pressão, algumas altcoins destoaram do vermelho generalizado. A ICP liderou os ganhos do dia ao ultrapassar US$ 5,60 com valorização superior a 15%. A HYPE rompeu os US$ 40 após alta de 5,5%, enquanto a ASTER subiu cerca de 7,5% e passou dos US$ 1,35.
A capitalização total do mercado cripto agora se aproxima de US$ 3,2 trilhões, refletindo a intensidade da correção que marcou o início da semana.












