- Ações do S&P 500, Dow e Nasdaq sobem mais de 1%.
- Baixo volume pós-Natal reduz oscilações no mercado.
- Ouro e prata renovam recordes com dólar mais fraco.
As ações americanas tiveram pouca variação na sexta-feira, mas ainda assim encerraram a semana com ganhos sólidos, em meio ao calendário encurtado pelo feriado de Natal.
O Dow Jones operou levemente abaixo do recorde de fechamento registrado na quarta-feira. Já as ações do S&P 500 e do Nasdaq também ficaram próximas da estabilidade, pressionadas pelo baixo volume de negociações típico do período pós-Natal, quando muitos investidores reduzem a atividade e ajustes pontuais podem ganhar mais peso no curto prazo.
Mesmo com o pregão mais calmo, as três principais médias acumularam alta superior a 1% na semana. O resultado veio na sequência da sessão reduzida da véspera de Natal, quando o S&P 500 e o Dow fecharam em novas máximas históricas. Naquele dia, os principais índices registraram a quinta alta consecutiva, reforçando o viés positivo no fim do ano.
Com essa sequência, o mercado entra na janela conhecida como “rali de Natal”, que reúne as últimas cinco sessões de negociação do ano e as duas primeiras do ano novo. Tradicionalmente, esse período costuma ser marcado por maior inclinação a risco e busca por posicionamento de fim de ano, embora a liquidez mais baixa possa limitar movimentos amplos e tornar o fluxo mais seletivo entre setores.
Nos mercados de metais, os futuros de ouro e prata avançaram e chegaram a novas máximas, em meio a tensões geopolíticas recentes e à continuidade da fraqueza do dólar. A combinação de moeda americana mais fraca com demanda por proteção costuma sustentar esses ativos, especialmente quando a liquidez cai e gestores procuram equilíbrio de carteira.
A trajetória recente também reforça o fechamento de um ano considerado agitado, mas com saldo positivo. O S&P 500 acumula alta perto de 18% em 2025, mantendo o índice em rota de desempenho expressivo e sustentando o tom otimista nesta reta final do calendário de negociações.
O comportamento do dólar e a leitura sobre juros seguem no radar por influenciarem o apetite global por ativos de risco, incluindo as criptomoedas hoje, que frequentemente reagem a mudanças na liquidez e no humor do mercado.












