- Bitcoin cai para US$ 121.700 após máxima histórica
- Ethereum perde suporte e altcoins seguem em queda
- Binance Coin (BNB) sobe e assume 3º lugar no ranking
Após uma sequência de ganhos desde o início de outubro, o mercado de criptomoedas enfrentou uma correção expressiva nas últimas 24 horas. O Bitcoin (BTC), que recentemente atingiu uma nova máxima histórica acima dos US$ 126.000, recuou para US$ 120.700, antes de se recuperar levemente e ser cotado atualmente em US$ 122.958 — queda diária de aproximadamente 2%.

A retração ocorre em meio à dúvida dos investidores sobre se esse movimento representa uma correção natural ou o início de uma tendência mais prolongada de baixa. Ainda assim, os fortes fluxos de entrada nos ETFs de BTC à vista e a redução no volume de moedas disponíveis nas corretoras apontam para uma possível recuperação em breve.
A capitalização de mercado do Bitcoin também foi impactada, caindo para cerca de US$ 2,42 trilhões. No entanto, seu domínio sobre o mercado permanece estável, em aproximadamente 56,9%.
Entre as altcoins, o Ethereum (ETH) teve um desempenho ainda mais negativo, caindo 5% e perdendo o importante nível de suporte dos US$ 4.500. Já o XRP da Ripple retraiu 4%, sendo cotado a US$ 2,86, enquanto Solana (SOL) e Dogecoin (DOGE) apresentaram perdas entre 2% e 3%.
Destaque negativo ficou com a Plasma (XPL), que liderou as perdas entre os 100 maiores ativos do mercado com recuo de 11%. World Liberty Financial (WLFI) e Pi Network (PI) também apresentaram quedas significativas de 9% e 8%, respectivamente.
Apesar do recuo generalizado, algumas criptomoedas ainda conseguiram registrar valorização. A Binance Coin (BNB) teve alta de 6%, ultrapassando o XRP e o USDT no ranking e assumindo a terceira colocação entre os maiores ativos digitais. PancakeSwap (CAKE), Mantle (MNT) e Aster (ASTER) também encerraram o dia no campo positivo.
A capitalização total do mercado de criptomoedas caiu 2% nas últimas 24 horas, chegando a US$ 4,27 trilhões. O movimento reforça a sensibilidade do setor às realizações de lucros e à cautela dos investidores após fortes altas recentes.












