- MARA acumula 52.477 BTC avaliados em US$ 5,9 bilhões
- Companhia é a segunda maior detentora pública de bitcoin
- Produção mensal soma 705 BTC com 208 blocos minerados
A Marathon Digital Holdings (MARA) reforçou sua posição como uma das maiores detentoras corporativas de bitcoin do mundo. Em sua atualização de produção de agosto, a mineradora informou que sua pilha de BTC chegou a 52.477 unidades, equivalentes a US$ 5,9 bilhões, consolidando-se como a segunda maior tesouraria pública de bitcoin, atrás apenas da Strategy, de Michael Saylor.
Durante o mês, a empresa minerou 705 BTC, avaliados em US$ 79,2 milhões, ligeiramente acima dos 703 BTC extraídos em julho. Esse resultado correspondeu a 4,9% de todas as recompensas da rede, incluindo taxas de transação. A companhia também destacou que continua a seguir uma política de “HODL total”, mantendo integralmente os bitcoins minerados e adicionando novas aquisições estratégicas ao longo do tempo.
Fred Thiel, presidente e CEO da MARA, comentou sobre os resultados.
“Semelhante ao mês passado, produzimos 208 blocos em agosto, com a taxa de hash global aumentando 6% em relação ao mês anterior, para uma média de 949 EH/s. Dada a queda no preço do bitcoin durante o mês, aproveitamos a oportunidade para aumentar estrategicamente nossa tesouraria e atualmente possuímos mais de 52.000 BTC.”
O total reforça a liderança da MARA entre as mineradoras públicas, com um volume de BTC que inclui ativos emprestados, geridos ativamente ou utilizados como colateral. No ranking geral de companhias listadas em bolsa, a mineradora está atrás apenas da Strategy, que recentemente ampliou seu portfólio para 636.505 BTC, avaliados em US$ 72 bilhões.
Além disso, a empresa segue expandindo sua infraestrutura de mineração. Em agosto, sua taxa de hash energizada cresceu 1%, alcançando 59,4 EH/s, com todos os contêineres em seu parque eólico no Texas operando em plena capacidade. A MARA agora integra o seleto grupo de mineradoras públicas que controlam mais de 50 EH/s, ao lado de IREN, CleanSpark e Cango.
Enquanto isso, o bitcoin apresentou forte volatilidade no mês, chegando a um pico de US$ 124.500 em 14 de agosto antes de recuar 13,7% até uma mínima de US$ 107.500. Atualmente, a criptomoeda é negociada a US$ 112.434, acumulando alta de 1,4% nas últimas 24 horas e 3,9% no mês.












