- deBridge usa receita para comprar token DBR no mercado
- Fundo de Reserva já adquiriu 1,3% da oferta total
- Ativos geram rendimento em plataformas como Aave e Kamino
A deBridge Foundation revelou a criação de um Fundo de Reserva que direciona 100% da receita gerada pelo protocolo para recomprar o token DBR no mercado aberto. A iniciativa tem como objetivo sustentar o valor de longo prazo do criptoativo e reforçar a transparência da gestão de ativos dentro do ecossistema.
🚨BREAKING : deBridge launches Reserve Fund to buy back its $DBR token with all protocol revenue
100% of deBridge protocol earnings are currently being used to acquire DBR from the open market as part of a long-term ecosystem alignment strategy.
The fund has already… pic.twitter.com/2BSWJ97jC1
— Front Runners (@frontrunnersx) July 24, 2025
Desde o lançamento do fundo em junho, já foram adquiridos cerca de 1,3% do suprimento total do token DBR, equivalente a quase US$ 3 milhões. O fornecimento total da moeda é de 10 bilhões de unidades. A fundação também compartilhou que a tesouraria mais ampla da DAO detém aproximadamente US$ 30,1 milhões em ativos, incluindo DBR, USDC, SOL e ETH.
Além das recompras, o fundo explora estratégias para geração de rendimento passivo. Stablecoins Idle USDC alocadas na rede Ethereum são utilizadas na plataforma de empréstimos Aave, enquanto o ETH é depositado no protocolo Lido. Na blockchain Solana, os ativos SOL e USDC são aplicados na Kamino Finance, com o objetivo de otimizar os retornos sobre o capital da tesouraria.
A fundação também disponibilizou um painel público que permite à comunidade acompanhar, em tempo real, as recompras de tokens, os saldos e os rendimentos obtidos. A medida visa garantir uma trilha de auditoria on-chain transparente sobre a alocação e uso dos recursos.
O DBR é o token de governança do protocolo deBridge, lançado no final de 2024 como um token SPL na Solana. O deBridge, criado em 2022, oferece uma solução de liquidez entre cadeias, permitindo transferências entre redes como Ethereum, Solana e BNB Chain sem a necessidade de bloquear ativos ou utilizar tokens sintéticos — um modelo que busca reduzir riscos com exploração por cibercriminosos.
A plataforma levantou US$ 5,5 milhões em 2021 com investidores como Animoca Brands e ParaFi Capital. Com base em dados do setor, o protocolo gera cerca de US$ 10 milhões em taxas anualizadas, e o DBR possui uma capitalização de mercado superior a US$ 80 milhões.
A estratégia adotada pela deBridge segue uma tendência observada em outros protocolos descentralizados, como dYdX, Raydium e Pump.fun, que utilizam receitas para recomprar ou queimar seus tokens, reforçando o vínculo direto entre a atividade da rede e a valorização dos criptoativos nativos.












