- Bitcoin recua e perde força após máxima de US$ 123 mil
- XRP sobe 10% e se aproxima de seu recorde de 2018
- Ethereum alcança nova máxima e impulsiona mercado
Em 17 de julho de 2025, o Bitcoin está cotado a US$ 118.331, com queda de 0,5% nas últimas 24 horas. O Bitcoin atingiu uma nova máxima histórica de pouco mais de US$ 123 mil na segunda-feira, encerrando uma sequência de altas que começou na semana passada com a quebra da resistência de US$ 110 mil.
A movimentação representou uma valorização de cerca de US$ 15 mil em poucos dias. No entanto, uma realização de lucros por parte de investidores provocou uma correção rápida, fazendo o BTC recuar para menos de US$ 116 mil.
Mesmo com os touros tentando retomar o controle, a recuperação foi contida em US$ 120 mil, onde o ativo encontrou resistência. No momento, o BTC é negociado próximo de US$ 118 mil, com capitalização de mercado em torno de US$ 2,35 trilhões. Seu domínio de mercado caiu para 60,6%, após ter superado 63% recentemente, refletindo o desempenho expressivo das altcoins.
Entre os destaques do dia, o Ethereum se valorizou 9% nas últimas 24 horas, sendo negociado agora a US$ 3.450, o maior nível dos últimos cinco meses. A força do ETH vem sendo impulsionada por expectativas ligadas à aprovação de ETFs e à movimentação de grandes players institucionais.
A Criptomoeda XRP, por sua vez, também apresentou forte desempenho, sendo cotado a US$ 3,25. O valor representa uma distância de apenas 10% em relação à sua máxima histórica de US$ 3,40, registrada em 2018. O movimento tem sido alimentado por uma tendência de acumulação observada entre baleias, que voltaram a se posicionar no ativo.

Outras criptomoedas que registraram ganhos significativos incluem Dogecoin, Solana, Shiba Inu, PEPE e BONK, esta última com forte valorização entre os tokens de maior capitalização. FLOKI liderou as altas do dia entre as 100 maiores.
O valor total do mercado de criptomoedas voltou a se aproximar de US$ 3,9 trilhões, com uma expansão de mais de US$ 70 bilhões em apenas 24 horas, refletindo o renovado interesse do mercado em ativos digitais de maior risco.












