- Mercado de ações da Ásia hoje em alta
- Petróleo recua com negociações EUA-Irã
- Bolsas globais seguem otimismo em 2026
Os mercados de ações da Ásia hoje abriram em alta nesta quarta-feira, acompanhando o desempenho positivo de Wall Street e reagindo à queda dos preços do petróleo, em meio às expectativas de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã.
O movimento reflete o aumento do apetite por risco global, impulsionado por sinais de possível solução diplomática para tensões no Oriente Médio. Um funcionário da Casa Branca indicou que uma nova rodada de conversas entre Washington e Teerã está sendo discutida, embora ainda não haja data confirmada.
O atual presidente dos EUA, Donald Trump, reforçou o tom otimista ao afirmar: “Fomos contatados pela outra parte” e acrescentou que “eles gostariam muito de fechar um acordo”.
No mercado de commodities, o petróleo apresentou leve recuo, contribuindo para aliviar preocupações inflacionárias. O barril do West Texas Intermediate (WTI) era negociado próximo de US$ 90,68, com queda de 0,65%, enquanto o Brent recuava 0,34%, cotado a US$ 94,47.
Entre os destaques regionais, o índice Kospi, da Coreia do Sul, subiu 2,95%, enquanto o Kosdaq avançou 1,98%. A Samsung SDS chamou atenção ao disparar cerca de 20% após notícias envolvendo um investimento relevante da KKR em títulos conversíveis da companhia.
No Japão, o Nikkei 225 registrou alta de 0,67% e o Topix subiu 0,49%. Já na Austrália, o S&P/ASX 200 teve ganho mais moderado, de 0,10%. Na China, o CSI 300 avançou 0,62%, enquanto o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,95%.
O Ministério das Finanças chinês também anunciou a emissão de 15,5 bilhões de yuans em títulos do Tesouro em Hong Kong, medida que reforça a liquidez e o interesse de investidores na região.
Nos Estados Unidos, os futuros dos principais índices operavam próximos da estabilidade, após uma sessão forte em Wall Street. O S&P 500 subiu 1,18%, aproximando-se de sua máxima histórica, enquanto o Nasdaq avançou 1,96% e o Dow Jones ganhou 0,66%.
O cenário global mostra um alinhamento entre queda do petróleo, avanço diplomático e recuperação dos mercados, sustentando o movimento positivo observado nas bolsas asiáticas.












