- S&P 500 hoje sobe com inflação ao produtor menor
- Dow Jones e Nasdaq reagem à trégua entre EUA e Irã
- Petróleo cai e melhora o apetite por risco
As bolsas dos Estados Unidos operam em alta nesta terça-feira, refletindo um cenário mais favorável para ativos de risco, enquanto o petróleo recua com força após sinais de possível avanço diplomático no Oriente Médio.
No momento, o S&P 500 hoje é cotado a 6.953,19 pontos, com alta de 0,97%. O Dow 30 avança 0,59%, aos 48.504,10 pontos, enquanto o Nasdaq sobe 1,67%, chegando a 23.570,74 pontos.
O movimento também se estende para empresas menores, com o Russell 2000 registrando alta de 1,07%. Já o índice de volatilidade VIX recua 3,51%, indicando menor percepção de risco no mercado.
Entre os ativos, o ouro sobe 1,88%, negociado a US$ 4.856,80, enquanto o Bitcoin é cotado a US$ 74.132,80, com valorização de 2,32%, acompanhando o aumento do apetite por risco global.
No mercado de energia, o petróleo apresenta queda acentuada. O barril do crude oil recua 7,40%, sendo negociado a US$ 91,75, devolvendo parte dos ganhos recentes.
Esse cenário ocorre após o atual presidente dos EUA, Donald Trump, sinalizar abertura para novas negociações com o Irã, o que aumentou as expectativas de prolongamento da trégua iniciada em 7 de abril.
Com isso, investidores passaram a precificar uma possível redução nas tensões geopolíticas, fator que vinha pressionando os preços do petróleo nas últimas semanas.
Além do fator geopolítico, os dados econômicos também contribuíram para o otimismo. O índice de preços ao produtor dos EUA subiu 0,5% em março na comparação mensal, abaixo da expectativa de 1,1%.
A leitura mais branda trouxe alívio para o mercado, que vinha monitorando sinais de pressão inflacionária persistente em meio ao conflito no Oriente Médio.
Com inflação mais controlada e menor risco geopolítico no curto prazo, os principais índices acionários ganharam força, com destaque para o setor de tecnologia, que impulsionou o desempenho do Nasdaq.
Enquanto isso, o S&P 500 hoje praticamente apaga as perdas acumuladas desde o início da escalada de tensões, refletindo a mudança no sentimento dos investidores.













