O Bitcoin iniciou o dia ampliando a recuperação observada nos últimos dias e chegou a ser negociado na região de US$ 64 mil, alcançando seu maior preço em aproximadamente duas semanas. No entanto, a pressão vendedora voltou a aparecer nesse nível, impedindo uma continuidade do movimento de alta e levando a maior criptomoeda do mercado novamente para abaixo dos US$ 63 mil.
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A correção ocorreu depois de uma sequência positiva iniciada no começo de julho, quando compradores voltaram ao mercado após o ativo testar níveis inferiores a US$ 58 mil. Desde então, a recuperação ocorreu de forma gradual, permitindo que o Bitcoin recuperasse parte das perdas acumuladas ao longo das últimas semanas.
O desempenho recente acontece após um período bastante negativo. Durante junho, a criptomoeda registrou uma queda próxima de 20%, marcando seu pior resultado mensal em quatro anos. O recuo ganhou força depois que o ativo perdeu sustentação na faixa dos US$ 83 mil, em meados de maio, dando início a um ciclo de desvalorização que se estendeu até o início deste mês.
Mesmo com a rejeição em US$ 64 mil, o Bitcoin mantém uma capitalização de mercado próxima de US$ 1,26 trilhão, enquanto sua participação sobre o valor total do mercado de criptomoedas permanece acima de 56%, indicando que o ativo continua concentrando a maior parte da liquidez do setor.
Entre as principais altcoins, o dia foi marcado por oscilações discretas. Ethereum, BNB, Solana, XRP e TRON registraram leves ganhos, próximos de 1%, sem mudanças expressivas na estrutura do mercado. Já Cardano e Zcash apresentaram pequenas perdas, enquanto Stellar e Hyperliquid (HYPE) lideraram as valorizações entre os ativos de maior capitalização.
No grupo das criptomoedas de média e menor capitalização, DeXe e Litentry (LIT) foram os destaques positivos, ambas acumulando ganhos de dois dígitos durante o pregão. A valorização da LIT ainda reforçou sua permanência entre as 100 maiores criptomoedas em valor de mercado.
Na direção oposta, o token da Pi Network (PI) continuou apresentando um dos desempenhos mais fracos do mercado. O ativo segue pressionado por uma sequência de desvalorizações e já opera muito próximo de sua mínima histórica registrada no fim de junho.
Negociado abaixo de US$ 0,115, o PI está cerca de 1% acima do menor preço já registrado. Caso a pressão vendedora continue predominando nos próximos dias, o token poderá renovar esse piso histórico, enquanto investidores acompanham se haverá entrada de compradores capaz de interromper a tendência de queda.

